Santo Aníbal

Cronologia
Confira abaixo a cronologia de Santo Aníbal Maria Di Francia.

05 de julho de 1851 – nasce Aníbal Maria Di Francia, terceiro dos quatro filhos, do Cavaleiro Francisco e da nobre senhora Ana Toscano;

07 de julho de 1851 – foi batizado na paróquia de São Lourenço;

23 e outubro de 1852 – com a idade de 15 meses ficou órfão de pai;

1858 – entra no Colégio São Nicolau dos Padres Cistercienses;

1866 – deixa definitivamente o Colégio que fora fechado pelas leis eversivas do governo italiano;

1868 – aos 17 anos recebe de seu confessor a permissão de comungar diariamente. Provavelmente neste período, enquanto rezava diante do Santíssimo Sacramento exposto solenemente na Igreja de São João da Malta em Messina, intuiu a necessidade de rezar pelas vocações; recebe aquela que pode ser definida a “inteligência do Rogate”. Algum tempomais tarde descobre no Evangelho o “mandamento” de Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe” (Mt 9, 38; Lc 10, 2);

Outubro de 1869 – púbica o opúsculo de trinta e duas páginas intitulado: Primeiros versos de Aníbal Di Francia de Messina;

08 de dezembro de 1869 – veste o hábito eclesiástico na Igreja de São Francisco da Imaculada, juntamente com seu irmão Francisco Maria Di Francia;

16 de janeiro de 1870 – em Messina, na Igreja de São Nicolau de CUOCHI, inicia suas atividades de oratória com o panegírico sobre Nossa Senhora da Providência;

26 de agosto de 1870 – conbsegue o diploma de professor primário;

Maio de 1876 – introduz em Messina a devoção a Nossa Senhora de Lourdes;

26 de maio de 1877 – Dom José Guarino confere-lhe o diaconato, na Igreja do Mosteiro de Montevergine;


Dezembro de 1877 / Janeiro de 1878 – providencial encontro, em uma ruela de Messina, com o mendigo Francisco Zancone;

Fevereiro de 1878 – ainda diácono, o jovem Aníbal Di Francia fez sua primeira visita às “casas de Avignone”, o lugar de miséria onde habitava o pobre Francisco Zancone;

16 de março de 1878 – o diácono Aníbal Maria Di Francia foi ordenado sacerdote por Monsenhor Giuseppe Guarino na Igreja de São Mario do Espírito Santo;

Março/Abril de 1878 – Padre Aníbal, jovem sacerdote, começa o seu apostolado de regeneração humana, social e cristã dos quase 200 pobres que habitavam Avignone;

1880 – compõe a primeira oração pelas vocações, não havia encontrado nenhuma nos vários livros de devoção;


19 de março de 1881 – pela primeira vez celebra a Santa Missa entre os pobres de Avignone, na pequena capela dedicada ao Coração Santíssimo de Jesus;

Setembro/Outubro de 1881 – deu início aos primeiros laboratórios para as moças;

Dezembro de 1881 – foi nomeado diretor do periódico messinens “La Parola Cattolica”;

22 de janeiro de 1882 – Monsenhor Giuseppe Guarino o nomeou Cônego do estatuário da Catedra de Messina;

08 de setembro de 1882 – iniciou o primeiro orfanato feminino;

04 de novembro de 1883 – inaugurou o primeiro orfanato masculino;


Novembro de 1884 – implanta a primeira toipografia que, junto com a alfaiataria e a sapataria, serve à inserção dos órfãos na sociedade, pela aprendizagem de uma profissão;

Setembro de 1885 – imprime a primeira oração para obter os “bons operários à santa Igreja”;

1º de Julho de 1886 – depois de dois anos de fervorosa e intensa preparação espiritual, com o consenso do Arcebispo, torna sacramental a primeira Capela das “casas de Avignone”;

19 de março de 1887 – ingresso no Noviciado das quatro primeiras jovens e início da Congregação religiosa feminina;

1º de Julho de 1887 – instituição da festa do Primeiro de Julho;

Outubro de 1887 – providencial instituição do “pão de Santo Antônio”;

09 de janeiro de 1888 – morre a mãe de Padre Aníbal, a senhora Anna Toscano;

15 de abril de 1891 – transferência da comunidade e do orfanato feminino para o palácio Brunaccini;

20 de agosto de 1892 – morre o irmão de Padre Aníbal, o senhor João;

07 de julho de 1895 – transferência da comunidade e do orfanato feminino para o ex-Mosteiro do Espírito Santo, atual Casa Mãe das Filhas do Divino Zelo;

16 de maio de 1897 – vestição religiosa dos três primeiros Irmãos Coadjutores e início da Congregação religiosa masculina;

14 de setembro de 1897 – Melania Calvat aceita dirigir por um ano o Instituto Feminino;

22 de novembro de 1897 – institui a Sagrada Aliança para promover entre os bispos, os sacerdotes e os religiosos a oração pelas vocações segundo o mandamento de Jesus;

06 de maio de 1900 – professão religiosa anual de Padre Anibal junto com os religiosos da primeira comunidade masculina;

08 de dezembro de 1900 – institui a Pia União da Rogação Evagélica do Coração de Jesus, para difundir entre os fiéis a oração pelas vocações;

14 de setembro de 1901 – o Arcebispo de Messina, Mons. Letterio D’Arrigo, aprovou os nomes definitivos das duas Congregações religiosas do Padre: as Filhas do Divino Zelo do Coração de Jesus e os Rogacionistas do Coração de Jesus;

12 de janeiro de 1902 – inaugura o orfanato feminino de Taormina (Messina), primeira casa filial;

20 de abril de 1904 – foi recebido em audiência privada pelo Santo Padre Pio X, que paternalmente bendisse as suas Obras e o concedeu indulgência pela Pia União da Rogação Evangélica do Coração de Jesus;

26 de junho de 1908 – inicia a publicação do periódico “Deus e o próximo”;

28 de dezembro de 1908 – o desastroso terremoto de Messina causa treze vítimas no Instituto Feminino do Mosteiro do Espírito Santo;

04 de abril de 1909 – inauguração oficial do orfanato feminino de Ória, no ex-Mosteiro de São Benedetto;

11 de julho de 1909 – Padre Aníbal foi recebido em audiência privada pelo Papa Pio X, o qual lhe concede permissão para poder inserir na Ladainha dos Santos a invocação: “Ut dignos ac sanctos operarios in messem tuam copiose mittere digneris, Te rogamus, audi nos”;

28 de setembro de 1909 – abre o orfanato masculino no ex-Convento de “São Pascoal” em Ória;

02 de abril de 1910 – inaugurou o orfanato feminino de Trani no Palácio Càrcano, doado generosamente pelo Arcebispo Francisco Paolo Carrano;

1º de julho de 1910 – em Messina inaugura a igreja-barraca, presente do Papa Pio X. Na fachada está a inscrição: Rogate Dominun messis. É a primeira Igreja dedicada à oração pelas vocações;

1º de agosto de 1911 – a autoridade eclesiástica confia ao Padre a Congregação das Filhas do Sagrado Lado e a dos Pequenos Irmãos do Santíssimo Sacramento, findadas pelo Padre Eustaquio Montemurro;

15 de agosto de 1916 – em Altamura foi aberto o orfanato Antoniano feminino para as órfãs filhas dos militares mortos na guerra;

26 de abril de 1919 – em Messina, na noite entre 26 e 27 de abril, um misterioso incêndio dirtrói a Igreja-Barraca, que tinha sido doada ao Padre pelo Papa Pio X;

22 de dezembro de 1919 – morre em Roccalumera (Messina) Padre Francisco, irmão de Padre Aníbal;

03 de abril de 1921 – o Arcebispo de Messina, Mons. Letterio D’Arrigo, abençoou a primeira pedra de construção do Templo do Rogate e Santuário de Santo Antônio;

04 de maio de 1921 – Padre Aníbal foi recebido em audiência particular pelo Papa Bento XV, que se inscreveu como “Sócio” da Pia União da Rogação, definindo-se “o Primeiro Rogacionista”;

22 de abril de 1923 – profissão perpétua de Padre Aníbal, juntamente com alguns religiosos rogacionistas;

24 de maio de 1925 – Padre Aníbal inaugura o orfanato masculino infantil de Roma confiado às Filhas do Divino Zelo;

06 de agosto de 1926 – Monsenhor Angelo Paino, Arcebispo de Messina, com dois Decretos distintos, aprova as duas Congregações Religiosas do Padre Di Francia;

1º de junho de 1927 – às 06h30min morre santamente na rsidencia de campo localizada na Guardia (Messina). Na mesma tarde o seu caixão foi conduzido ao santuário Santo Antônio de Messina;

04 de junho de 1927 – apoteosi do funeral de Padre Aníbal pelas ruas da cidade de Messina. A participação popular foi espontânea, imensa, comovente;

02 de agosto de 1934 – Dom Luiz Orione, com um telegrama enviado ao Padre Francisco Vitale, insiste para que de início imediato ao processo para a beatificação e canonização de Padre Aníbal;

21 de abril de 1945 – Monsenhor Angelo Paino abre o Processo Informativo Ordinário, relativo à Causa de Beatificação e Canonização do Padre;

08 de março de 1980 – Monsenhor Ignazio Cannavò, Arcebispo de Messina abre o Processo Apostólico pela causa da Canonização;

02 de dezembro de 1981 – no Vicariato de Roma o Cardeal Ugo Poletti abre o Processo Apostólico, para o exame das Testemunhas residentes em Roma e entorno;

13 de outubro de 1987 – Monsenhor José Alberto Lopes de Castro Pinto, Bispo de Guaxupé (Brasil), abre o Processo sobre o possível milagre atribuído à intercessão de Padre Aníbal, e sobre a cura milagrosa da menina Gleida Ferreira Danese;

11 de junho de 1988 – o Papa João Paulo II, em visita pastoral a Messina, coloca-se em oração junto ao túmulo de Padre Aníbal;

23 de junho de 1989 – o Congresso Especial, reunindo-se junto a Congregação das Causas dos Santos, conclue a discussão sobre as virtudes heroicas do Padre Aníbal com “Voto” afirmativo unânime dos teólogos consultados;

07 de novembro de 1989 – na Congregação das Causas dos Santos os Cardeais e os Bispos reunidos em Congresso Ordinário, depois do Relatório do Cardeal Eduardo Francisco Pironio, exprimem unnimemente o parecer afirmativo, em mérito ao exercício heroico das virtudes do Servo de Deus Aníbal Maria Di Francia; • 21 de dezembro de 1989 – na presença do Papa João Paulo II foi promulgado o Decreto sobre às virtudes heroicas de Padre Aníbal, que então é declarado Venerável;

1º de junho de 1990 - em Messina, no Templo da rogação Evangélica do Coração de Jesus e Santuário de Santo Antônio, foi realizada a exumação do e o reconhecimento do corpo do Venerável Padre Aníbal. Seu corpo estava maravilhosamente intacto;

30 de junho de 1990 – junto à Congregação das Causas dos Santos se reúne a Equipe Médica, presidida pelo Professor Rafael Cortesini. Depois da discussão, com parecer favorável unânime, declara-se inexplicável pela ciência a cura da menina brasileira Gleida Danese;

14 de julho de 1990 – o Congresso Especial dos Teólogos Consultores, reunidos juntos a Congregação das Causas dos Santos, depois do resultado da Equipe Médica, exprime parecer favorável unânime e definem miraculosa a cura de Gleida Danese, atribuída a intercessão de Padre Aníbal;

27 de julho de 1990 – junto a Congregação das Causas dos Santos os Cardeais e os Bispos reunidos em Congresso Ordinário, depois do Relatório do Cardeal Eduardo Francisco Pironio, exprimem por unanimidade parecer afirmativo sobre o mérito do milagre atribuído à intercessão do Venerável Padre Aníbal;

12 de setembro de 1990 – promulgação do Descreto sobre o milagre atribuído à intercessão de Padre Aníbal;

07 de outubro de 1990 – em Roma, em frente a Basílica de São Pedro, o papa João Paulo II o proclama “Beato”;


24 de outubro de 2001 – em Iloilo (Filipinas) se fecha o inquérito Diocesano sobre a possível cura miraculosa da menina Charisse Nicole Dias, atribuída à intercessão do Beato Padre Aníbal;

16 de maio de 2004 – o Papa João Paulo II, sem frente à Basílica de São Pedro proclama Padre Aníbal Maria Di Francia “Santo”.



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