Madre Nazarena

Cronologia
Confira abaixo a cronologia de Madre M. Nazarena Majone.

21 de junho de 1869 – em Graniti (Messina) nasce Maria Majone;

21 de março de 1880 – morre, aos 63 anos, Bruno Majone, pai de Maria;

14 de outubro de 1889 – Maria Majone entra como aspirante no Instituto do cônego Di Francia no bairro de Avignone, na periferia de Messina;

18 de março de 1890 – Maria Majone veste o hábito da “Pobrezinhas do Coração de Jesus”, as futuras “Filhas do Divino Zelo”;

18 de março 1891 – com as noviças do “Pequeno Retiro de São José” professa as promessas anuais de castidade, pobreza e obediência, assim como de zelar pelas vocações;

15 de abril de 1891 – o orfanato feminino do Padre Di Francia passa do bairro Avignone para o palácio Brunaccini;

18 de março de 1892 – profissão religiosa de Maria Majone, a quem Padre Aníbal dá o nome de irmã Maria Nazarena;

07 de junho de 1895 – alojamento definitivo do orfanato no ex-mosteiro do Espírito Santo, que depois será a casa mãe das Filhas do Divino Zelo;

05 de agosto de 1896 – Irmã Nazarena é eleita diretora do orfanato;

14 de setembro de 1897 – Melania Calvat chega em Messina para dirigir a comunidade do Espírito Santo;

Dezembro de 1897 – epidemia de tifo em Messina;

06 de agosto de 1898 – choque do terremoto em Messina;

02 de outubro de 1898 – Melania Calvat deixa o Instituto. A Madre Nazarena fica como superiora. Manterá o ofício ininterruptamente, por desígnio do fundador, até o dia 18 de março de 1928;

14 de setembro de 1901 – o arcebispo de Messina aprova os nomes das Congregações fundadas pelo cônego Di Francia: as “Filhas do Divino Zelo” e os “Rogacionistas do Coração de Jesus”;

12 de janeiro de 1902 – abertura da casa de Taormina;

08 de dezembro de 1904 – Nossa Senhora foi proclamada “senhora, mãe, mestra e superiora absoluta” das Filhas do Divino Zelo;

19 de março de 1907 – profissão perpétua de Irmã Nazarena;

28 de dezembro de 1908 – terremoto de Messina. Entre as Filhas do Divino Zelo foram 13 vítimas;

Janeiro de 1909 – as órfãs e os órfãos dos Institutos do cônego Di Francia foram transferidos para as Pulias. Madre Nazarena deixa Messina;

1909-1913 – durante a permanência nas Pulias as Filhas do Divino Zelo abriram as casas de Francavilla Fontana (janeiro de 1909), Ória (19 de março de 1909) e Trani (1910);

23 de março de 1909 – Pio X recebe em audiência privada uma pequena delegação da pia obra; entre outros estão Padre Aníbal Di Francia e Madre Nazarena;

Setembro de 1909 – Madre Nazarena é atingida pela malária;

07 de outubro de 1909 – abertura da casa de São Pier Niceto;

30 de março de 1910 – abertura da casa de Trani;

12 de março de 1914 – morre, aos 83 anos, Marta Falcone, a mãe de Madre Nazarena;

29 de junho de 1915 – abertura da casa de S. Eufemia d’Aspromonte;

07 de novembro de 1915 – Madre Nazarena visita Graniti, a sua terra natal;

04 de abril de 1916 – abertura da casa de Altamura;

19 de março de 1917 – 25º ano de profissão religiosa de Madre Nazarena;

1921 – abertura da casa de verão de Fiumara Guardia;

04 de maio de 1921 – audiência com o papa Bento XV, participando Padre Aníbal, Madre Nazarena e mais dois sacerdotes;

12 de novembro de 1924 – fundação da casa de Roma;

04 de agosto de 1926 – aprovação canônica das constituições;

11 de fevereiro de 1927 – abertura da casa de Novara na Sicilia;

Fevereiro de 1927 – as condições de saúde de Padre Aníbal se agravam;

01 de junho de 1927 – morte de Padre Aníbal;

18 de março de 1928 – o Capítulo Geral das Filhas do Divino Zelo elegem superiora geral a Madre Cristina Figura;

24 de março de 1928 – Madre Nazarena é transferida para a casa de Taormina;

21 de março de 1932 – Madre Nazarena é chamada a voltar para Roma;


07 de outubro de 1932 – deposição do Conselho Geral. Madre Nazarena é nomeada “Vigária Geral” e superiora da casa de Messina;

24 de janeiro de 1934 – exonerada do cargo de superiora, Madre nazarena deixa definitivamente Messina e parte para Roma;

25 de janeiro de 1939 – depois de longo período de doença Madre Nazarena expira santamente;

08 de janeiro de 1992 – os restos mortais de Madre Nazarena são transferidos para Messina, onde foram solenemente sepultados na igreja de S. Maria do Espírito Santo;

02 de junho de 1993 – foi concluido o processo diocesano de canonização;

14 de janeiro de 1994 – Madre Nazarena é reconhecida Venerável pela Igreja.




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